Portal ou site próprio: o que precisa uma imobiliária
Publicado a 9 de outubro de 2026 · Imogrow
Os portais trazem compradores. O site traz proprietários. Uma imobiliária que só está nos portais tem os imóveis à vista de toda a gente, mas a marca dela quase não aparece.
O que os portais fazem bem
- Têm o tráfego: é lá que a maior parte das pessoas começa a procurar casa.
- Põem o imóvel à frente de compradores no primeiro dia.
- Não exigem trabalho técnico da imobiliária.
O que os portais não fazem
Não constroem a sua marca
No portal, o imóvel aparece ao lado de dezenas de outros, muitas vezes o mesmo imóvel anunciado por várias agências. O comprador lembra-se do portal, não da imobiliária.
Não convencem quem quer vender
O proprietário que vai escolher a quem entregar a casa pesquisa o nome da imobiliária. Se encontra só uma lista de anúncios, não vê a equipa, a forma de trabalhar nem os imóveis já vendidos. É no site que se ganha essa confiança.
Não são seus
Os contactos, as estatísticas e as regras são do portal. Se o preço sobe ou as regras mudam, a imobiliária adapta-se. No site próprio, o domínio, os dados e os contactos ficam consigo.
A resposta: os dois, com papéis diferentes
- Portal para pôr os imóveis à frente de quem procura casa.
- Site próprio para a marca, para os proprietários e para os links que os consultores partilham no WhatsApp e nas redes.
- Ficha Google para aparecer no Maps quando alguém pesquisa imobiliárias na zona. Veja como pôr a imobiliária no Google Maps.
Sinais de que já está a perder angariações
- Quando pesquisa o nome da imobiliária, aparecem primeiro os portais.
- Os consultores partilham links de portais em vez de links da casa.
- O site não tem página para quem quer vender.
- Os imóveis vendidos não aparecem em lado nenhum.
Se se revê em dois ou mais, vale a pena ler o que um site de imobiliária precisa de ter.
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